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Dia do Estagiário | Filme "o estagiário" traz reflexões sobre esse dia

Quem sempre leva a culpa por algum erro no trabalho? Ele mesmo

18/08/2020 21h04 Atualizada há 1 mês
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Por: Caroline Gonçalves
Reprodução: Imagem da Internet
Reprodução: Imagem da Internet

A palavra "estagiário", te faz lembrar o que? A culpa é sempre do estagiário, né? A brincadeira é fácil de fazer, mas a realidade é diferente disso.

 

De acordo com a Lei nº 11.788/2008, o estágio “é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos”. Ou seja, é fundamental para a formação dos futuros profissionais. (Fonte - Portal MEC)

 

No dia 19 de agosto, é comemorado o dia do estagiário. É ele que tem o papel de cumprir várias responsabilidade e infelizmente ainda é visto como o culpado da maioria dos problemas que acontecem em uma empresa. O estágio é um lugar para aprendizagem e isso pode acarretar no desenvolvimento do profissional se houver sobrecargas, principalmente. Ali que o esforço e a dedicação para uma futura formação devem ser valorizadas. Valorizem o estagiário, tá ok?

 

Para falar sobre essa data tão especial, separei um filme que foi bastante comentado na Netflix: um senhor estagiário, mas o nome foi adaptado para o estagiário (haha). Esse filme tem tudo o que representa a correria de um estagiário, ainda mais quando ele não entende bem dos tempos modernos.

 

Sinopse: 

Ben Whittaker é um viúvo com 70 anos que descobriu que a aposentadoria não é tudo aquilo de bom que as pessoas falam. Aproveitando uma oportunidade de voltar à ativa, ele se torna estagiário sênior de um site de moda, fundado e dirigido por Jules Ostin, com quem cria uma forte amizade.


Segundo o professor e crítico de cinema, Sérgio Alpender do portal Olhar Digital, o filme é esquecível, sem dúvida, mas agradável de se ver. É mais do que podemos dizer da maior parte desse tipo de filme em que "todos têm suas razões, mas todos se entendem e tudo só pode terminar bem", cita.

Se você ainda não assistiu, corre lá na Netflix, prepara a pipoca, o refri ou a cervejinha e assista!

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Caroline Gonçalves
Sobre Caroline Gonçalves
Jornalista inspirada na origem da mulher-maravilha. Brasiliense, apaixonada por música, filme, séries, desenhos, livros e tecnologia. A sua maior meta é mostrar amor e paz ao mundo, trazer cultura e inspecionar novos pensamentos. Bem-vindos, nerds!
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